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> <channel><title>Comentários sobre: O fetiche do iPhone</title> <atom:link href="http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/</link> <description>Padrões Web, Design, Publicidade, Software Livre, e outras histórias!</description> <lastBuildDate>Fri, 03 Sep 2010 05:04:24 +0000</lastBuildDate> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator> <item><title>Por: Agni</title><link>http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/comment-page-1/#comment-133</link> <dc:creator>Agni</dc:creator> <pubDate>Tue, 12 Jan 2010 16:43:43 +0000</pubDate> <guid isPermaLink="false">http://www.agni.art.br/?p=116#comment-133</guid> <description>&lt;a href=&quot;#comment-132&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Mario Amaya&lt;/a&gt;
Olá Mário...
Reafirmo mesmo a ideia de que a Revista Veja não deveria merecer crédito ou mérito algum em suas reportagens. Citei a Veja como exemplo para descrever o que boa parte da mídia vinha fazendo.
Quando eu disse &quot;isto já existia em outro produto&quot; não foi como um argumento acusativo para &quot;falta de inovação&quot;, mas como questionamento... questionamento do &quot;porque&quot; o iPhone virou esse mito mercadológico. Até pq eu considero que o mérito nem sempre é de quem tem a ideia, mas sim de quem a implementa bem.
Eu não tenho um iPhone, mas já tive muito contato com o aparelho. A pessoa com quem divido apartamento tem, pessoas com quem eu trabalho tbm tem (inclusive usamos para testar os Websites que produzimos). Eu possuo um Smartphone da Nokia que também tem aplicativos baixáveis (eu tenho uma porção deles), e pelo que eu avaliei em comparação, não perde em funcionalidades para o iPhone, mas perde sim em Design.
O texto em si não é uma crítica aos produtos da Apple, até pq eu tenho um iMac, e acho o iPhone demais... e sim uma crítica ao discurso midiático, e o uso do aparelho como forma de atingir status social (que como vc mesmo disse, é medíocre).Boa parte das pessoas &quot;não Geeks&quot; que conheço e possuem o iPhone, conhecem menos funções do aparelho do que eu, que não o possuo.abçs</description> <content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-132" rel="nofollow">@Mario Amaya</a><br /> Olá Mário&#8230;<br /> Reafirmo mesmo a ideia de que a Revista Veja não deveria merecer crédito ou mérito algum em suas reportagens. Citei a Veja como exemplo para descrever o que boa parte da mídia vinha fazendo.<br /> Quando eu disse &#8220;isto já existia em outro produto&#8221; não foi como um argumento acusativo para &#8220;falta de inovação&#8221;, mas como questionamento&#8230; questionamento do &#8220;porque&#8221; o iPhone virou esse mito mercadológico. Até pq eu considero que o mérito nem sempre é de quem tem a ideia, mas sim de quem a implementa bem.<br /> Eu não tenho um iPhone, mas já tive muito contato com o aparelho. A pessoa com quem divido apartamento tem, pessoas com quem eu trabalho tbm tem (inclusive usamos para testar os Websites que produzimos). Eu possuo um Smartphone da Nokia que também tem aplicativos baixáveis (eu tenho uma porção deles), e pelo que eu avaliei em comparação, não perde em funcionalidades para o iPhone, mas perde sim em Design.<br /> O texto em si não é uma crítica aos produtos da Apple, até pq eu tenho um iMac, e acho o iPhone demais&#8230; e sim uma crítica ao discurso midiático, e o uso do aparelho como forma de atingir status social (que como vc mesmo disse, é medíocre).</p><p>Boa parte das pessoas &#8220;não Geeks&#8221; que conheço e possuem o iPhone, conhecem menos funções do aparelho do que eu, que não o possuo.</p><p>abçs</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Mario Amaya</title><link>http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/comment-page-1/#comment-132</link> <dc:creator>Mario Amaya</dc:creator> <pubDate>Tue, 12 Jan 2010 13:29:18 +0000</pubDate> <guid isPermaLink="false">http://www.agni.art.br/?p=116#comment-132</guid> <description>Existem duas falhas na sua exposição.A primeira é esquecer que na ocasião do lançamento do iPhone, a mesma revista Veja que dissera tão bem do aparelho quando era apenas promessa, desceu o cacete de forma completamente desproporcional quando ele chegou aos consumidores. Na época, eu levantei a tepria conspiratória de influência editorial por anunciantes, porque uma simples birra de um editor ou repórter não explicaria o formato e conteúdo daquela matéria, e a revista depende bastante dos anúncios das operadoras de telefonia e certas marcas de telefones. Enfim, esse foi apenas mais um de vários incidentes jornalísticos que me convenceram de que a Veja sintetiza uma atitude torpe que deveríamos nos esforçar para destruir na imprensa do Brasil.Mas isso é digressão. Voltando ao iPhone, o segundo problema do seu post é o argumento, muito usado aliás contra o Mac também, de que &quot;isto e isto já existia no produto tal&quot;. É falso que a primeira implementação da ideia é a única digna de mérito, está aí o Windows de prova. Ademais, a implementação na Apple não tem similar, por causa de um fator essencial que você esqueceu de mencionar: os aplicativos baixáveis. Isso desequilibra completamente o jogo a favor do iPhone. Por fim, é preciso usar ou possuir o aparelho para falar com propriedade dele, bem ou mal, e toda crítica destrutiva que já li era de quem não o conhece bem. Qual sua relação pessoal com o iPhone?Para fechar, convém repetir: uma pessoa que precisa da associação a um aparelho eletrônico (no caso da Apple, computador ou telefone) para se afirmar socialmente é medíocre.</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Existem duas falhas na sua exposição.</p><p>A primeira é esquecer que na ocasião do lançamento do iPhone, a mesma revista Veja que dissera tão bem do aparelho quando era apenas promessa, desceu o cacete de forma completamente desproporcional quando ele chegou aos consumidores. Na época, eu levantei a tepria conspiratória de influência editorial por anunciantes, porque uma simples birra de um editor ou repórter não explicaria o formato e conteúdo daquela matéria, e a revista depende bastante dos anúncios das operadoras de telefonia e certas marcas de telefones. Enfim, esse foi apenas mais um de vários incidentes jornalísticos que me convenceram de que a Veja sintetiza uma atitude torpe que deveríamos nos esforçar para destruir na imprensa do Brasil.</p><p>Mas isso é digressão. Voltando ao iPhone, o segundo problema do seu post é o argumento, muito usado aliás contra o Mac também, de que &#8220;isto e isto já existia no produto tal&#8221;. É falso que a primeira implementação da ideia é a única digna de mérito, está aí o Windows de prova. Ademais, a implementação na Apple não tem similar, por causa de um fator essencial que você esqueceu de mencionar: os aplicativos baixáveis. Isso desequilibra completamente o jogo a favor do iPhone. Por fim, é preciso usar ou possuir o aparelho para falar com propriedade dele, bem ou mal, e toda crítica destrutiva que já li era de quem não o conhece bem. Qual sua relação pessoal com o iPhone?</p><p>Para fechar, convém repetir: uma pessoa que precisa da associação a um aparelho eletrônico (no caso da Apple, computador ou telefone) para se afirmar socialmente é medíocre.</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Renato Siqueira</title><link>http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/comment-page-1/#comment-122</link> <dc:creator>Renato Siqueira</dc:creator> <pubDate>Fri, 08 Jan 2010 19:36:30 +0000</pubDate> <guid isPermaLink="false">http://www.agni.art.br/?p=116#comment-122</guid> <description>Concordo com você em vários pontos.
Tive um iPhone de primeira geração (que realmente era um lixo) e hoje tento voltar a ser proprietário de um iPhone 3GS.
Tem muita coisa boa, e também muita coisa ruim no iPhone, mas existe realmente uma &quot;magia&quot; que envolve o produto. Uma espécie de &quot;mística social&quot; que torna o iPhone mais um ícone, um símbolo, um amuleto do que propriamente um smartphone (hoje eu aceito chamá-lo assim.)
A questão é que a Apple, realmente, conta com uma &quot;imagem&quot;, um &quot;fetiche&quot; dos seus clientes, e por isso ela é tão bem sucedida na venda emocional. Os produtos são bons? Sem dúvida. Tem qualidade? Muito superior à média. São bonitos? Não, são lindos. Mas a mídia ajuda e manipula bastante, no momento em que cria a imagem do &quot;seja COOL, tenha um Apple&quot;.
Imagem é tudo, sede não é nada!</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com você em vários pontos.<br /> Tive um iPhone de primeira geração (que realmente era um lixo) e hoje tento voltar a ser proprietário de um iPhone 3GS.<br /> Tem muita coisa boa, e também muita coisa ruim no iPhone, mas existe realmente uma &#8220;magia&#8221; que envolve o produto. Uma espécie de &#8220;mística social&#8221; que torna o iPhone mais um ícone, um símbolo, um amuleto do que propriamente um smartphone (hoje eu aceito chamá-lo assim.)<br /> A questão é que a Apple, realmente, conta com uma &#8220;imagem&#8221;, um &#8220;fetiche&#8221; dos seus clientes, e por isso ela é tão bem sucedida na venda emocional. Os produtos são bons? Sem dúvida. Tem qualidade? Muito superior à média. São bonitos? Não, são lindos. Mas a mídia ajuda e manipula bastante, no momento em que cria a imagem do &#8220;seja COOL, tenha um Apple&#8221;.<br /> Imagem é tudo, sede não é nada!</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Tweets that mention O fetiche do iPhone &#124; Agni.art -- Topsy.com</title><link>http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/comment-page-1/#comment-107</link> <dc:creator>Tweets that mention O fetiche do iPhone &#124; Agni.art -- Topsy.com</dc:creator> <pubDate>Tue, 05 Jan 2010 14:22:32 +0000</pubDate> <guid isPermaLink="false">http://www.agni.art.br/?p=116#comment-107</guid> <description>[...] This post was mentioned on Twitter by Lele_Fagundes, Agni. Agni said: Novo artigo no Agni.art: O fetiche do iPhone - http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/ abordando a influência do discurso mídiático... [...]</description> <content:encoded><![CDATA[<p>[...] This post was mentioned on Twitter by Lele_Fagundes, Agni. Agni said: Novo artigo no Agni.art: O fetiche do iPhone &#8211; <a href="http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/" rel="nofollow">http://www.agni.art.br/o-fetiche-do-iphone/</a> abordando a influência do discurso mídiático&#8230; [...]</p> ]]></content:encoded> </item> </channel> </rss>